
terça-feira, 28 de outubro de 2008
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O homem e o rio... Todos fingem não perceber a loucura -a lucidez é rendida pela culpa. Por que o homem abandonou a margem para ser meio de rio? Por que o filho abandonou a travessia para ser margem? Sem destino, não há mais origem... A vida desmorona em frágeis margens... O homem, o filho, o rio... Paisagens coisificadas no mundo, homens lançados à margem de qualquer possibilidade.
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